sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Sondagem

Vai a pé a Fátima celebrar a peregrinação aniversária de Outubro 2006?

A - Sim, desde o Seminário dos Olivais
B - Sim, desde o ponto de encontro
C - Sim, desde a porta de casa
D - Sim, desde Santarém
E - Sopas

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segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Sondeos e Sondagens

Dizem por aí que cerca de 30% dos portugueses (O Andeiro e a Leonor afinal ainda deixaram vasta descendência) não se importava que Portugal estivesse englobado em território Espanhol (a esta hora estão os catalães, bascos e galegos a tentar lembrar-se do provérbio de Deus, das nozes e dos dentes);
Lanço aqui desde já algumas condições:
Reconhecimento Papal da importância decisiva dos Senzas no contexto internacional;
Nome do país: Portugal;
Capital, Lisboa;
Língua oficial, portuguesa;
Hino Nacional, A Portuguesa;
Campeonato Nacional, o nosso (não estava a ver o Barcelona jogar no Adelino Ribeiro Novo, por isso o Gil vai prá segunda), excepto os árbitros.

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sexta-feira, 22 de setembro de 2006

O Aguiar está metido num 31!!

Realmente nunca percebi pq é que estar metido num 31 é pior do que num 53 ou 67, mas o povo lá saberá...

PARABÉNS AGUIAR (EAB)!!! Tás crescido...31 anos e mil estórias p contar:

Aqui mais sério


















Aqui um bocadinho menos


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Bento XVI aqui nos tens!

Hoje acordei com esta notícia. Mais do que nunca, vejo que temos de rezar pelo Papa e dar-lhe o nosso apoio. Alguns muçulmanos vieram dizer que querem queimar um carmelo e um convento de franciscanos na Terra Santa... Não sabemos onde isto vai parar, mas a solução não é o afastamento do nosso Papa. Estes ataques lembram-me os mártires dos primeiros tempos do cristianismo, que eram perseguidos e assassinados sem dó nem piedade, tantas vezes apenas por um capricho.
Não acredito que o Papa tivesse dito o que disse levianamente e é preciso olhar parao discurso como um todo. Ele é o sucessor de Pedro, o representante de Cristo na terra. Temos de acreditar que ele foi escolhido pelo Espírito Santo e é o mesmo Espírito que o ilumina. Por isso, temos mesmo de rezar pelo Papa, para que tenha força para guiar a Igreja nesta época conturbada em que muitos se voltam contra ele.

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quarta-feira, 20 de setembro de 2006

UM ANO!!

Há um ano entrei para o Seminário!!
Este ano dava um livro!Pode ser que um dia dê...mas por agora fica um obrigado a todos por me terem ajudado!Sem a vossa oração era impossível resistir à tentação tão grande de escolher o mais fácil e cómodo, de desistir! E tantas vezes vem essa tentação! Por isso digo, só mais um ano! e depois só mais cinco! E depois é fácil, é só o resto da vida!!;)

Era só isto que queria dizer!
Beijinhos e abraços,

Seminarista 16

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terça-feira, 19 de setembro de 2006

Ah e tal não?

Toda esta estória dava para um bom scketch do gato fedorento.
Imagino o diálogo, estando o Ricardo Araújo Pereira a falar para o Zé Diogo Quintela, com os outros dois atentos ao lado deste, TODOS mascarados de modo a que percebêssemos que eram árabes:
- epá, ouviste o discurso do Papa em Ratisbona?
- epá, não! O que é que ele disse?
- epá, não sei bem, mas reflectia acerca da impossibilidade de se dissociar Fé da Razão, e que as culturas profundamente religiosas do mundo vêem na exclusão do divino da universalidade da razão um ataque às suas convicções mais arreigadas, pelo que agir de modo irracional é contrário à natureza de Deus.
- epá, a sério?
- epá, sim sim. Depois para exemplificar este ponto de vista citou um imperador bizantino, que disse, ao conversar com um intelectual persa, acerca do Cristianismo e do Islão, no século XIV: “Mostra-me o que Maomé trouxe de novo e só vês coisas más e desumanas, tal como a sua ordem de espalhar pela espada a fé que pregava.”
- epá!... ééépá!... isso é tudo mentira!! mentira pura!! Às armas! ó da guarda!! vamos aniquilar esse gaijo!! dá cá a metrelhadora! Tu, veste uma bomba e vai até à baixa explodir aquilo tudo! Vamos lá!! E tu, traz o lança-chamas!!

Foi mais ou menos esta a reacção de meia dúzia de pessoas em algumas localidades do médio oriente.

Julgo que o problema desta citação está no facto de, embora a sua origem remontar ao século XIV, muita gente ter ficado com a sensação que poderia dizer respeito aos dias que vivemos neste século XXI. Tratou-se de uma referência a uma conversa alheia, embora facilmente o Papa pudesse identificar o período do Cristianismo em que também se usou a força da espada, como também os islamitas poderiam ter mostrado todos os exemplos de bondade e amor patentes na sua religião. Sucede que nos últimos cem anos, felizmente, não temos vistos ataques nem mortes em nome da nossa fé. Não conheço nenhum grupo (armado ou não) que reivindique o regresso das cruzadas. Julgo que isto resulta da separação entre a Igreja e os Estados em países de matriz cristã, o que terá ajudado a compreender os verdadeiros desafios que se nos colocam, conforme o Papa João Paulo II referiu na sua encíclica Novo Millenium Ineunte e agora o Papa Bento XVI na Deus Caritas Est.
Por outro lado, talvez seja altura dos meios de comunicação social começarem a transmitir reportagens positivas de acontecimentos no meio do Islão e que reflictam a acção e pensamento dessa imensa maioria de homens. Com certeza que as há, eu é que desconheço.

Como nos disse a Aura Miguel, “Com esta citação do imperador, o Papa quis deixar claro que a difusão da fé pela violência é irracional. E é irracional, porque a fé é fruto da alma e não do corpo. Quem quiser conduzir alguém à fé tem de falar bem e raciocinar correctamente, nunca pela violência ou ameaça. Ou seja, a razão é que convence, não a força. Deus é a razão criadora e, como tal, temos de ter coragem para nos abrir à razão, sem medo das questões que levanta, sublinhou. A visita de Bento XVI prossegue hoje com uma agenda singular. O Papa tirou o dia para si. Almoça com o irmão e visita o cemitério onde estão enterrados os pais.”

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Entender Bento XVI

José Manuel Fernandes

O Papa defendeu a importância de conciliar razão e religião para o diálogo de culturas. Porque foi treslido?
Aparentemente muitos jornalistas desistiram de ler, quanto mais de pensar. Se uma frase de uma figura pública não contém o sound-bite evidente, ficam sem norte. Quando em vez de terem de ler um simples têm de ler um texto complexo, as coisas ficam ainda pior. Infelizmente o que se passou depois do discurso de Bento XVI na Universidade de Ratisbona tem muito a ver com esta forma de fazer (mau) jornalismo, porque sem as notícias parciais e incompletas (para não as classificar cruamente de especulativas ou maliciosas), muita da ira ateada por radicais muçulmanos (os moderados tiveram uma atitude completamente diferente) não teria existido.
Recordemos algumas passagens do seu longo e complexo discurso dirigido a uma plateia de académicos e que tinha como tema as relações entre a fé e a razão. Começando pelo último parágrafo onde começa por criticar os que entendem que só a "razão positivista" é válida, sublinhando que "as culturas profundamente religiosas do mundo vêem na exclusão do divino da universalidade da razão um ataque às suas convicções mais arreigadas". Ou seja, disse "culturas" e não "cultura" ou "cristandade", ou "catolicismo". Pelo que acrescentou que "uma razão que é surda e relega a religião para o âmbito de uma cultura de segundo grau é incapaz de se inserir no diálogo das culturas."
Esta ideia do "diálogo de culturas", que já sublinhara numa anterior homília em Ratisbona, implica contudo que a religião entenda a razão, certamente um dos motivos porque escolheu citar o último imperador bizantino: "Não agir racionalmente, não agir com o logos, é contrário à natureza de Deus", disse Manuel II (...). É a este grande logos, a esta amplitude da razão que convidamos os nossos parceiros no diálogo de culturas. Redescobri-la constantemente é o grande desafio da universidade".
Perguntar-se-á: mas não haveria outros teólogos que o Papa pudesse citar? Seguramente. E podemos mesmo discutir se ao optar por citar a frase que originou a controvérsia - mesmo distanciando-se dela - não terá cometido um passo imprudente. Contudo a verdade é que se a nossa leitura não se ficar por essas linhas e se não as retirarmos do contexto, temos de lhes acrescentar o que o Papa explicitamente considerou como central no diálogo citado: "A frase decisiva nesta argumentação contra a conversão pela violência é: "Agir de modo irracional é contrário à natureza de Deus"". Ora se esta é a "frase central", porque se centrou toda a discussão num extracto secundário? A resposta possível é que há muito jornalismo incendiário. Ou, no mínimo, irresponsável e preguiçoso.
Com efeito é muito mais fácil, muito mais atraente, um título "escandaloso" do que procurar interpretar o que Bento XVI disse sobre o que cristianismo foi beber à herança da filosofia grega (um tema que não deve ter surgido por acaso, pois é sabido que deseja melhorar as difíceis relações com as correntes ortodoxas do cristianismo). Ou tentar perceber porque critica um teólogo muçulmano, Ibn Hazn de Córdova, a par com outro cristão, João Duns Escoto. Tudo isto não cabe nuns segundos de telejornal - a frase "brusca" de Manuel II sobre Maomé cabe. Porém, se isso acontece devemos pedir ao Papa mais sound-bites ou exigir antes mecanismos de transmissão de informação mais rigorosos?
Por outro lado, mesmo admitindo que Bento XVI devia mutilar o seu raciocínio em nome do "momento sensível que se vive", como tantos escreveram, não será antes nossa obrigação subscrever, face às reacções violentas às suas palavras, as palavras do George Carey, ex-arcebispo de Cantuária, anglicano e portanto insuspeito de "papista": "os muçulmanos, tal como os cristãos, devem aprender a dialogar sem gritar histericamente"?
E também sem atacarem templos.


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domingo, 17 de setembro de 2006

Cardeal Bertone:

Dada a reacção de grupos muçulmanos a certas passagens do discurso do Santo Padre na Universidade de Regensburg e as clarificações e explicações já apresentadas pelo Director da Sala de Imprensa da Santa Sé, gostaria de acrescentar o seguinte:

A posição do Papa relativamente ao Islão é inequivocamente aquela expressa pelo documento conciliar Nostra Aetate: “A Igreja olha também com estima para os muçulmanos. Adoram eles o Deus Único, vivo e subsistente, misericordioso e omnipotente, criador do céu e da terra, que falou aos homens e a cujos decretos, mesmo ocultos, procuram submeter-se de todo o coração, como a Deus se submeteu Abraão, que a fé islâmica de bom grado evoca. Embora sem o reconhecerem como Deus, veneram Jesus como profeta, e honram Maria, sua mãe virginal, à qual por vezes invocam devotamente. Esperam pelo dia do juízo, no qual Deus remunerará todos os homens, uma vez ressuscitados. Têm, por isso, em apreço a vida moral e prestam culto a Deus, sobretudo com a oração, a esmola e o jejum” (nº.3).

A opinião do Papa a favor do diálogo inter-religioso e intercultural é igualmente inequívoca. No seu encontro com os representantes das comunidades Muçulmanas em Colónia, na Alemanha, a 20 de Agosto de 2005, disse que este diálogo entre Cristãos e Muçulmanos “não pode reduzir-se a uma opção ocasional”, acrescentando: “As lições do passado devem servir-nos para evitar a repetição dos mesmos erros. Nós queremos buscar os caminhos da reconciliação e aprender a viver no respeito pela identidade uns dos outros.”

Quanto à opinião do imperador bizantino Manuel II Paleólogo, que citou durante o discurso em Regensburg, o Santo Padre não quis, nem quer, fazer dessa opinião a sua própria em qualquer sentido. Simplesmente serviu-se dela como uma forma de levar – num contexto académico, como é evidente numa leitura completa e atenta do texto – a certa reflexão sobre o tema da relação entre religião e violência em geral, para concluir com uma rejeição clara e radical das motivações religiosas para a violência, qualquer que seja a sua origem. Neste ponto, é bom recordar o que o próprio Bento XVI afirmou recentemente na sua mensagem comemorativa do 20º aniversário do Encontro Inter-religioso de Oração pela Paz, convocado pelo seu antecessor João Paulo II em Assis, em Outubro de 1986: “manifestações de violência não podem ser atribuídas à religião como tal, mas aos limites culturais com que ela é vivida no tempo. (...) De facto, testemunhos do vínculo íntimo que existe entre a relação com Deus e a ética do amor registram-se em todas as grandes tradições religiosas.”

O Santo Padre lamenta profundamente que certos excertos do seu discurso tenham soado como ofensivos às sensibilidades da fé muçulmana e tenham sido interpretados de uma maneira que de forma alguma corresponde às suas intenções. De facto, foi ele que, antes do fervor dos crentes muçulmanos, alertou a cultura secularizada do ocidente a evitar “o desprezo de Deus e o cinismo que considera a ridicularização do sacro como um exercício da liberdade.”

Reiterando o seu respeito e estima por aqueles que professam o Islão, o Papa espera que eles sejam ajudados a compreender o correcto significado das suas palavras para que, superado rapidamente este momento nada confortável, se possa reforçar o testemunho ao “Criador do céu e da terra, que falou aos homens” e se intensifique a colaboração para “defender e promover a justiça social, os bens morais e a paz e liberdade para todos os homens” (Nostra Aetate, nº. 3).


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sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Às armas!

É isto que nos vão perguntar em Janeiro:

"Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"

Já faltam poucos meses e há muito a fazer. A começar por rezar.


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quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Conselho do Papa Bento XVI

Amiamo lo stare col Signore! Là possiamo parlare con Lui di tutto. Possiamo esporgli le nostre domande, le nostre preoccupazioni, le nostre angosce. Le nostre gioie. La nostra gratitudine, le nostre delusioni, le nostre richieste e le nostre speranze.

Vésperas Marianas com os religiosos e seminaristas
da Baviera na Basílica de Santa Ana de Altötting
(11 de setembro de 2006)


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quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Chegada dos Missenzas Inês e Vasco!

Queridos Senzas e amigos, a Inês Rodrigues e o Vasco Villas, digníssimos Senzas, chegam já na madarugada de Segunda, dia 18. A Inês pediu que a fossemos receber!
Era giro irmos ao aeroporto, sabe mesmo bem aos que estiveram em missão ser recebidos de volta por aqueles de quem mais sentiram saudades!A sério, sabe mesmo mesmo bem voltar a ver os amigos! Bora lá senzas! Quem tá de férias não tem desculpa...e quem tá a trabalhar também não, nesse dia levanta-se 2 horas mais cedo, também não é o fim do mundo!!
A propósito, a Inês manda saudades a todos, ela escreveu-vos uma mensagem numa carta que me mandou mas agora não a tenho aqui! Quando puder transcrevo!


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Encontro "Bye-bye Summer, Hello Seminar!"

Queridos Senzas,
em jeito de despedida para mais um ano de seminário queria propôr-vos um almoço chez moi no Domingo...Não pode ser uma data melhor porque já tenho o resto ocupado...ehehe!
Mas quero saber a vossa disponibilidade, até porque a haver almoçarada tenho que pedir à Maria para fazer o jantar até sexta!
As saudades apertam e temos de discutir alguns assuntos importantes para o nosso crescimento como grupo católico!O tempo de convívio por convívio já lá vai, há que querer mais!
Beijinhos e abraços!

P.S. Alguém que me tire esta música, já não aguento mais!


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terça-feira, 12 de setembro de 2006

Beata Maria Vitória

Maria Vitoria Fornari-Strata nasceu em Génova Itália, morreu em 15 de dezembro de 1617 e foi beatificada em 1828.

Em 1579 com a idade de 17 Vitoria Fornari casou-se com Ângelo Strata. Viveram juntos e felizes até que Ângelo faleceu nove anos depois. Ficou desolada e preocupada com futuro de seus filhos. Pelo bem deles, estava disposta a se casar novamente, quando teve uma visão da Virgem Maria. Vitoria escreveu as palavras da Virgem para ela: "Seja brava e corajosa. Eu a levarei e a seus filhos sob minhas asas. Viva em paz sem ansiedade. Entregue-se aos meus cuidados e acima de tudo seja devota ao amor de Deus".

A visão concretizou-se pois embora Vitoria vivesse de caridade, perdendo praticamente toda a sua saúde, a seus filhos nada faltou. Em 1604 com o dinheiro provido por um de seus amigos ricos, Vitoria e 10 outras mulheres fundaram uma casa religiosa. Todas as onze tomaram os votos de freiras no ano seguinte.Tão vitoriosa foi o empreendimento delas, que uma segunda casa das "Irmãs em Azul" (como foram chamadas devido a cor do seu hábito) foi fundada em 1612 e em breve a ordem havia se espalhado por toda a Itália e França. Vitoria continuou como a madre superiora até a sua morte em 1617.

Hoje celebra-se a sua festa!

Espero que a Beata Vitória e as 10 fundadoras das Irmãs em Azul hoje protejam o verde e conduzam o nosso onze à dita vitória!

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sábado, 9 de setembro de 2006

Parabéns Dudu e Miguel!





Estas duas coisas mais lindas celebram hoje o dom da vida! Muitos parabéns! Tudo a rezar para que eles sejam aquilo que Deus quer!

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terça-feira, 5 de setembro de 2006

Dá mais quem dá com alegria!



"Permite a Deus que te use sem te consultar."

"A alegria é sinal de união com Deus, da presença de Deus. A alegria é amor, é a consequência normal de um coração ardente de amor."

[Madre Teresa de Calcutá]

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Quem é Jesus para mim? - Beata Teresa de Calcutá

Jesus é a Palavra feita Carne.
Jesus é o Pão da vida.
Jesus é a vítima oferecida por nossos pecados na Cruz.
Jesus é o sacrifício oferecido na Santa Missa
Pelos pecados do mundo e pelos meus.
Jesus é a Palavra – para ser pronunciada.
Jesus é a Verdade – para ser dita.
Jesus é o Caminho – para ser andado.
Jesus é a Luz – para ser acesa.
Jesus é a Vida – para ser vivida.
Jesus é o Amor – para ser amado.
Jesus é a Alegria – para ser partilhada.
Jesus é o Sacrifício – para ser oferecido.
Jesus é a Paz – para ser dada.
Jesus é o Pão de Vida – para ser comido
Jesus é o Faminto – para ser alimentado.
Jesus é o Sedento – para ser saciado.
Jesus é o Nu – para ser vestido.
Jesus é o Desabrigado – para ser acolhido.
Jesus é o Doente – para ser curado.
Jesus é o Solitário – para ser amado.
Jesus é o Indesejado – para ser desejado.
Jesus é o Leproso – para lavar as suas feridas.
Jesus é o Mendigo – para lhe dar um sorriso.
Jesus é o Bêbado – para escutá-lo.
Jesus é o Deficiente – para protegê-lo.
Jesus é o Pequenino – para abraçá-lo.
Jesus é o Cego – para guiá-lo.
Jesus é o Mudo – para falar por ele.
Jesus é o Aleijado – para caminhar com ele.
Jesus é o Drogado – para ser seu amigo.
Jesus é a Prostituta – para tirá-la do perigo e ser seu amigo.
Jesus é o Prisioneiro – para ser visitado.
Jesus é o Velho – para ser servido.

Para mim
Jesus é o meu Deus.
Jesus é o meu Esposo.
Jesus é a minha Vida.
Jesus é o meu único Amor.
Jesus é o meu Tudo em Tudo.
Jesus é meu Tudo.

Amo Jesus, com todo o meu coração, com todo o meu ser. Dei-Lhe tudo, até os meus pecados e Ele esposou-me com ternura e amor. Agora e para sempre sou a esposa do meu Esposo Crucificado.
Ámen.


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segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Vamos debater a sério:

Quando encontramos alguém que não acredita em Deus, ou alguém de outra religião, ou mesmo alguém que nunca pensou em Deus nem teve contacto com nenhum tipo de espiritualidade, qual é o nosso dever como Cristãos Católicos?

O que é mais importante? O que devemos fazer? Qual é o nosso objectivo?
Converter todos ao catolicismo?...

Peço ajuda aos Srs. Padres que por aqui passarem, sff!

O ter estado fora no Reino Unido, que é um verdadeiro melting pot de pessoas, culturas e religiões, onde a igreja oficial é Anglicana em England and Wales e Episcopal na Escócia, tem dado-me muito para pensar.

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